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Alphonsus de Guimaraens

13 şiir

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Alphonsus de Guimaraens şiirleri

Arama yardımı

Na mesa, quando em meio à noite lenta Escrevo antes que o sono me adormeça, Tenho o negro tinteiro que a cabeça De um corvo representa.…

A suave castelã das horas mortas Assoma à torre do castelo. As portas, Que o rubro ocaso em onda ensangüentara, Brilham do luar à Luz celeste e clara.…

Encontrei-te. Era o mês... Que importa o mês? agosto, Setembro, outubro, maio, abril, janeiro ou março, Brilhasse o luar, que importa? ou fosse o sol já posto, No teu olhar todo o…

Mãos de finada, aquelas mãos de neve, De tons marfíneos, de ossatura rica, Pairando no ar, num gesto brando e leve, Que parece ordenar, mas que suplica.…

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Olhos sublimes, onde os Anjos cantam salmos Longe do resplendor das paixões transitórias: E vós, conchas do Amor de Deus, ouvidos almos, Que nada ouvistes a não ser hinos e glórias…

Portekizce

Mãos de finada, aquelas mãos de neve, De tons marfíneos, de ossatura rica, Pairando no ar, num gesto brando e leve, Que parece ordenar, mas que suplica.…

Portekizce

Alma que teve quem dela se recordasse Na ignóbil terra infiel onde tudo se esquece: Requiescat in pace.…

Sempre vivi com a morte dentro da alma, Sempre tacteei nas trevas de um jazigo. A sombra que me envolve é eterna e calma, E sigo sem saber quem vai comigo.…

Portekizce

É Sião que dorme ao luar. Vozes diletas Modulam salmos de visões contritas... E a sombra sacrossanta dos Profetas Melancoliza o canto dos levitas.…

Vagueiam suavemente os teus olhares Pelo amplo céu franjado em linho: Comprazem-te as visões crepusculares... Tu és uma ave que perdeu o ninho.…

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