Entre Marília e a pátria
F Frei Caneca
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Altın Yaprak
Entre Marília e a pátria
Coloquei meu coração:
A pátria roubou-m'o todo;
Marília que chore em vão.
Quem passa a vida que eu passo,
Não deve a morte temer;
Com a morte não se assusta
Quem está sempre a morrer.
A medonha catadura
Da morte feia e cruel,
Do rosto só muda a cor
Da pátria ao filho infiel.
Tem fim a vida daquele
Que a pátria não soube amar;
A vida do patriota
Não pode o tempo acabar.
O servil acaba inglório
Da existência a curta idade;
Mas não morre o liberal,
Vive toda a eternidade.
Metnin kaynağı: Kamu malı arşiv
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