Soneto VII. 1.Aquela fe tam limpa e verdadeira, Ũa vontade sempre tam sem magoa, Tantas vezes provada em fogo a fragoa…
Soneto XX. 1.O sol é grande, caem com calma as aves Em tal sazão que soía de ser fria. Esta agua que cai de alto acordar me hia…
Soneto XXXI. Quando eu, senhora, em vos os olhos ponho E vejo o que não vi nunca, nem cri…