Alminhas do purgatório

S Sapateiro Silva
0 Altın Yaprak
;GLOSA Atrás da Porta Otomana Se conserva um bacamarte, Com que Pedro Malasare Defende a cúria romana. Nas margens do Guadiana Dá Castela o repertório: Um tal frade frei Gregório Nas ventas do seu nariz Tem um letreiro que diz: Alminhas do purgatório. No passar do Helesponto, Esta nossa atmosfera O seu ambiente altera, Por não achar barco pronto; Em falsete ou contraponto O tempo passa de estilo; O mestre inverno com frio Manda ascender o farol, Pois vê de ré-mi-fá-sol Que estais na beira do rio. Depois do geral dilúvio, Inda nos ficaram mágoas, Porque no tempo das águas Inunda mais o Danúbio. Qualquer átomo ou eflúvio Sempre fede que tresanda; Renasce o mal de Luanda Na cidade de Guiné; Se quereis tomar café, virai-vos da outra banda. Raia agora a lua cheia, A nova faz eu eclipse: É galante parvoíce Deitar-se a gente sem ceia. Junto da Palma Iduméia Estão as cousas dispostas Para evitar as propostas Em que estão sobre a vindima: Ponde a barriga pra cima Que vos dá o sol nas costas.

Metnin kaynağı: Kamu malı arşiv

Bu şiire çeviri ekle ·

Bu şiiri puanla

Henüz puan verilmemiş

Yıldıza dokunarak 1–10 arası puan ver

Yorumlar

Yorum yapmak için giriş yapmalısın.

Giriş yap

Bu şiire henüz yorum yapılmamış. İlk sen ol.

Sana daha iyi bir okuma deneyimi sunabilmek için sitemizde çerez kullanıyoruz. Kişisel verilerin KVKK ve GDPR kapsamında işlenir; hangi çerezlere izin verdiğini dilediğin zaman değiştirebilirsin.