Espumas Flutuantes (1913)/Mocidade e morte
C Castro Alves
Günün şiiri
· 22 Ağustos 2026
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Altın Yaprak
E perto avisto o porto
Emmenso, nebuloso e sempre noite
Chamado — Eternidade.
(Laurindo.)
Lasciate ogni speranza, voi ch′entrate
(Dante.)
Oh! eu quero viver, beber perfumes
Na flôr silvestre que embalsama os ares;
Ver minh′alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n′amplidão dos mares.
No seio da mulher ha tanto aroma...
Nos seus beijos de fogo ha tanta vida...
— Arabe errante, vou dormir á tarde
Á sombra fresca da palmeira erguida.
Mas uma voz responde-me sombria:
— Terás o somno sob a lagea fria.
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Metnin kaynağı: Kamu malı arşiv
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