Leia a posteridade, ó pátrio Rio
C Cláudio Manuel da Costa
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Altın Yaprak
Leia a posteridade, ó patrio Rio,
Em meus versos teu nome celebrado,
Porque vejas uma hora despertado
O somno vil do esquecimento frio:
Não vês nas tuas margens o sombrio,
Fresco assento de um álamo copado;
Não vês Ninfa cantar, pastar o gado
Na tarde clara do calmoso estio.
Turvo banhando as pallidas arêas
Nas porções do riquissimo thezouro
O vasto campo da ambição recrêas.
Bu metin şairin özgün dilinde (İtalyanca) değil, bir çeviridir.
Metnin kaynağı: Kamu malı arşiv
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